Catas Altas cede

Postado em 9 agosto 2010 | No responses

AMIGOS,

Após suposta manobra, no excusso mundo da imoralidade e da falta de sensibilidade, Catas Altas cede. Permite a pesquisa mineral de ferro e a sua consequente extração na Serra do Caraça. O desmatamento e as agressões estão localizadas a trinta metros das águas que abastecem a cidade e a um quilômetro do centro urbano. Mais uma vez Catas Altas também será agredida. Os responsáveis municipais terima sido enganados e desconheceram os ataques que advirão ao meio ambiente?

Pena que Catas Altas já não faz parte de Santa Bárbara! Lá os seus líderes não deixariam acontecer uma enormidade dessas.

Resurge, homo! Quare obdormis!

Alie-se ao movimento! Venha para a defesa do meio ambiente.

Não podemos deixar que os efeitos da mineração avancem sobre o Parque Nacional do Caraça!

Ajude-nos! Procure os seus contatos. Veja o que pode fazer. Vamos ao DPMN, ao MME, à Presidência! Ao nosso Governador Anastasia! Ao ex-Governador Aécio!

Veja abaixo a reportagem de Bruno Porto que saiu, hoje, no jornal “Hoje em Dia”.

“INFELIZMENTE AÍ VAI.

Manobra libera o desmate de mineração no Caraça

População se mobiliza, protesta e faz prefeito de Catas Altas mostrar disposição de recuar

Bruno Porto – Repórter – 7/07/2010 – 10:44 – Jornal Hoje em Dia

A mineradora Maybach Mineração e Serviços Ltda já tem autorização do Instituto Estadual de Florestas (IEF) para desmatar uma área equivalente a um hectare na Serra do Caraça, em Catas Altas. O órgão ambiental concedeu a liberação após a Prefeitura do município emitir uma certidão favorável à atividade mineradora e o Conselho Municipal de Conservação e Defesa do Meio Ambiente (Codema) soltar parecer no mesmo sentido, abrindo espaço para a atividade mineradora no local, que é uma Área de Proteção Ambiental (APA). O início da extração do insumo siderúrgico em dos cartões postais do Estado está a um passo de se concretizar.

A empresa está empenhada em conseguir as aprovações necessárias junto aos órgãos ambientais para realizar pesquisas geológicas e, posteriormente, começar a extrair minério, caso os levantamentos indiquem a viabilidade do negócio. A autorização que a empresa detém permite sua instalação, mas não libera a empresa para explorar minério.

O Documento Autorizativo para Intervenção Ambiental (Daia), que foi expedido pela regional do IEF de João Monlevade, assegura à Maybach o direito de desmatar um hectare de terra. Já a Autorização Ambiental de Funcionamento (AAF), que também já foi emitida pelo órgão ambiental, concede o direito de instalação do empreendimento. Para iniciar pesquisas e exploração de minério, o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) ainda precisa dar o sinal verde.

De acordo com a conselheira do Codema de Catas Altas, Simone Maria Furtado de Andrade, a empresa já entrou com requerimento no DNPM, e o processo estaria em fase final de aprovação. A partir da autorização do órgão, a Maybach poderá explorar e comercializar até 300 mil toneladas anuais de minério de ferro.

Caso o volume seja superior a este, o licenciamento ambiental passa a ser mais rigoroso, e a mineradora precisará conseguir, junto a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), a Licença Prévia de Instalação e de Operação, que demanda um trâmite mais burocrático e criterioso.

Simone Furtado de Andrade informou que os 10 conselheiros do Codema aprovaram, de forma unânime, uma retificação ao documento assinado pelo presidente do órgão. Conforme ela, a empresa e a administração municipal fizeram uma manobra para que o Codema aprovasse a entrada da empresa na Serra do Caraça. “O departamento jurídico da Prefeitura substituiu o parecer contrário à atividade mineradora por outro favorável, e o Codema emitiu documento em que seguia o parecer da Prefeitura sem saber que ele havia sido trocado”, disse. O procedimento, agora, será de enviar esta retificação aos órgãos ambientais solicitando a revisão das liberações já emitidas.

A reunião do Codema, na terça-feira (6), foi marcada por protestos da sociedade civil, de acordo com pessoas que estiveram presente. O prefeito de Catas Altas, Saulo Morais de Castro, diante da pressão popular, recuou e mudou publicamente seu posicionamento no que diz respeito à possibilidade de exploração de minério de ferro na Serra do Caraça. Não se comprometeu, porém, a pedir o cancelamento da certidão em que a Prefeitura aprova as operações da Maybach na Serra do Caraça.

A sociedade civil de Catas Altas está mobilizada para impedir a degradação da Serra do Caraça e, além de comparecer em grande número à reunião do Codema, ontem, também realizou passeatas e manifestações de repudio à atividade minerária no local.

A pressão da população está ligada a aspectos ambientais e culturais da região. O local onde a empresa pretende iniciar a produção de minério de ferro fica a 30 metros do Córrego Maquiné, que abastece a cidade, e ainda a apenas um quilômetro do centro histórico do município.

O empresário e ex-secretário de turismo de Catas Altas, Marcos Lamêgo de Carvalho, informou que, na reunião do Codema, também ficou acertada a realização de uma audiência pública para debater o tema com a sociedade. A data será marcada em breve, mas a audiência deverá ocorrer ainda neste mês, e representantes da empresa, Prefeitura e órgãos ambientais serão convidados.

A Maybach preferiu não comentar o assunto. Segundo Lamêgo de Carvalho, a empresa é controlada por diretores de grandes grupos mineradores e siderúrgicos e foi criada há cerca de 2 anos com capital social de R$ 2 mil.”

Carta de Apoio à criação do Parque Nacional Águas da Serra do Gandarela

Postado em 9 agosto 2010 | No responses

Prezados Amigos,

APOIE VOCÊ TAMBÉM ESTA IDÉIA E AJUDE A DIVULGAR!

“Considerando a limitação de recursos, a diversidade de espécies e a necessidade de conservação frente ao rápido declínio dos ecossistemas naturais, o estabelecimento de prioridades de conservação é uma necessidade” (Melo, 2007).

Por conseqüência, uma das maneiras de resguardar nosso patrimônio ecológico da ganância humana foi a criação de áreas protegida, que podem ser reconhecidas como unidades de conservação, estabelecida pela lei 9.985/2000, ou Reserva Legal e Área de Preservação Permanente, exigidas pelo Código Florestal. Essas Unidades de Conservação podem atuar não somente na preservação dos recursos naturais, mas, também, como locais de aprendizagem e sensibilização da comunidade acerca da problemática ambiental.

Elas têm o papel de transmitir à suas comunidades o que ela tem de valioso e o que precisa ser feito para a sua conservação, além de contribuir com as pesquisas em benefício da ciência, com o manejo adequado das espécies e a qualidade de vida para as gerações presentes e futuras. Com o avanço da tecnologia em benefício do desenvolvimento econômico, a humanidade dos tempos modernos está perdendo progressivamente seus vínculos e respeito à natureza. A biodiversidade presente em territórios denominados Unidades de Conservação volta a estar vulnerável à interferência humana.

As Unidades de Conservação, que são consideradas importante mecanismo de conservação da nossa biodiversidade, não podem ser vistas pela sociedade econômica apenas como uma área cercada que vai garantir a proteção do que está apenas dentro dela, pois esse isolamento não garante a sua existência, nem seus fins. Atualmente, essas áreas prioritárias para conservação estão ocupadas e também reservadas para futuras explorações minerais.

Com isso, as Unidades de Conservação estão ficando “ilhadas” por esses empreendimentos de significativo impacto ambiental. Uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos parques e reservas do Brasil é o seu crescente isolamento de outras áreas naturais, protegidas ou não. Por este motivo, a conservação da biodiversidade requer não somente a preservação em nível de espécies mas também a diversidade genética contida em diferentes populações. Além disso, é importante lembrar que populações isoladas são mais vulneráveis a eventos demográficos e ambientais aleatórios, tornando-as mais susceptíveis à extinção local, regional ou mesmo à extinção completa.

Entre outras Unidades de Conservação está o Santuário do Caraça, que depende da preservação da Serra do Gandarela para não ficar ilhado.

Por causa disso, apoiamos a criação do Parque Nacional Águas da Serra do Gandarela.

ONG – Meu Querido Pau Brasil

Notícias de Teresópolis

Postado em 26 julho 2010 | No responses

Pessoal,
vejam só as duas notícias que saíram nos jornais sobre o evento da Semana do Meio Ambiente, do qual os nossos queridos escoteiros participaram!

Semana do Meio Ambiente

Semana do Meio Ambiente

Mutirão Ecológico – Escoteiros Nova Vida

Postado em 15 julho 2010 | No responses

Pessoal,
teve plantio de pau-brasil no Acampamento em Vargem Grande da Tropa Sênior do 100º Grupo Escoteiro Nova Vida/Teresópolis!
Vejam mais abaixo as fotos!
Sempre Alerta !!

Escola Municipal Pedro Torres Leite – Teresópolis

Postado em 15 julho 2010 | No responses

Atenção atenção, pessoal!!!

Aí vão as fotos do plantio de muda realizado na Escola Municipal Pedro Torres Leite, em Teresópolis/RJ!
Nós agradecemos a participação de todos, e agradecemos também a diretora Aline Gonçalves Quaglio por ter nos concedido a oportunidade de realizar este belo trabalho de conscientização ambiental.

Confiram as fotos:

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